terça-feira, 13 de setembro de 2016

O livro de Gênesis

               
            I.    Capítulos: 50
II.     Versículos: 1.533 
III.    Título:
  No Antigo Testamento hebraico, a primeira palavra do texto,      bereshit, “no   princípio”, serve de título para o livro de Gênesis. Tomar a primeira frase  ou palavra de uma obra literária para denominá-la era prática comum no  antigo Oriente Próximo. A tradução grega (chamada Septuaginta, LXX,  feita por setenta e dois anciões) igualou este termo de abertura com a  palavra gênesis, que significa “origem ou principio”. A palavra grega  permaneceu em nossas versões bíblicas, porque descreve notavelmente  bem o conteúdo do livro. E o livro dos começos: o começo do universo, do  homem, do pecado, da salvação, da nação hebraica, da aliança com os  homens.
 Martinho Lutero foi o primeiro a anexar ao título antigo a frase: “O  Primeiro Livro de Moisés”, mantida na maioria das versões bíblicas. Lutero  a considerou apropriada visto que o Livro de Gênesis é o primeiro dos  livros do Pentateuco e Moisés fora tradicionalmente considerado o autor  de todos os cinco livros.

              IV.  Autor: 
 Moisés (algumas partes do livro obviamente envolvem revelação,  entretanto, em outras ele utilizou livros que já existiam em sua época).
           
V.    Propósitos:
1.     Tirar os conceitos egípcios que foram adquiridos.
2.     Relembras as promessas de YHAHWE.
3.     Informar sobre suas raízes.
4.     Fortalece-los em Deus.

V  I. Relevâncias:
    1.  Responde perguntas como: Quem sou? De onde vim? Qual o propósito da minha         existência?
               2.   Narra a Queda, e o inicio do projeto de salvação.
               3. O caráter de Deus, as profecias, algumas instruções, serão a base para o restante da        Bíblia. 

VII.     Referencias no NT: 
1.     Mateus 19.4 (Gên. 1.27).
2.     Marcos 10.7 (Gên. 2.24).
3.     Lucas 1.37 (Gên. 18.14).
4.     João 1.51 (Gên. 28.12).
5.     Atos 7.3 (Gên. 12.1).
6.     Romanos 4.3 (Gên. 15.6).
7.     I Coríntios 6.16 (Gên. 2.24).
8.     II Coríntios 11.3 (Gên. 3.13).
9.     Gálatas 3.16 (Gên. 12.7; 13.15; 17.7; 22.18; 24.7).
10.   Efésios 5.31 (Gên. 2.24).
11.   Filipenses 4.18 (Gên. 8.21).
12.   Colossenses 3.10 (Gên. 2.24).
13.   Hebreus 12.16 (Gên. 25.33).
14.   Tiago 3.9 (Gên. 1.26).
15.   1 Pe 2.11 (Gên. 23.4).
16.   2 Pe 2.5 (Gên. 7.1,23).
17.   1 Jo 3.12 (Gên. 4.3-8)
18.   Jd 7 (Gên. 19.24)
19.  Apocalipse 5.5 (Gên. 49.9).

   IX.     Esboço:
          I. A criação (Caps. 1, 2).
          II. A Queda (Cap. 3).
          III. A primeira Civilização (Cap. 4).
          IV. O Dilúvio (Caps. 5 - 9).
          V. A Dispersão das Nações (Caps. 10, 11).
          VI. Abraão (Caps. 12 - 25).
          VII. Isaque (Caps. 17 - 35).
          VIII. Jacó (Caps. 25 - 35).
           IX. José (Caps. 37 - 50).

(Pr.Edmilson Rodriguez)


quinta-feira, 4 de agosto de 2016

Felicidade

 FELICIDADE

A Filosofia e a Felicidade - Aristóteles, filósofo grego 322a.c disse : Nossas atividades nos levam a felicidade.

A Psicologia e a Felicidade - A felicidade é objeto fundamental da vida. Os seres humanos entregam-se a comportamentos com propósito a alcançar a felicidade.

Desejamos a felicidade e procuramos bens em função desta.

Jesus conhecendo o coração do homem, sabe que, uma vez movidos na busca por felicidade, o ser humano pode ter uma conduta  determinada por sentimentos  como: Egoísmo, Inveja, Cobiça, Orgulho, Ambição, entre outros. Então, Ele deixou ensinamentos, no qual somos capazes de alcançar a felicidade e estarmos imune a estes sentimentos.

Mateus 5:
Bem-aventurados são os pobres de espírito, porque deles é o reino do Céu;
A pessoa aprende a se contentar com o que tem e se alcançar bens materiais, seu coração não esta no que possui.
Bem-aventurados são os mansos, porque eles possuirão a terra;
Não podemos ser explosivos, devemos controlar nossos impulsos, sermos tolerantes com as pessoas.
Bem-aventurados são os que choram, porque eles serão consolados;
Sermos sensíveis com o próximo (chorar com os que choram) A felicidade de alguém não consiste apenas na alegria, mas no buscar abrigo em Deus nas horas difíceis. Ser consolado é confiar que Ele está conosco em todos os momentos  e nos fará forte para resisti-los.

Bem-aventurados são os que têm fome, e sede de justiça, porque eles serão fartos;
É essencial para nossa sobrevivência saciarmos a fome e a sede. Desta forma devemos praticar o que é justo, o que é reto porque serão fartos ou seja, colherão os frutos de sua justiça. Não podemos nos conformar com o erro.
Bem-aventurados são os que usam de misericórdia, porque eles alcançarão misericórdia;
Nos colocar no lugar de quem esta sofrendo para ajudar. Não negligenciar as necessidades e sofrimento do próximo. Quem age assim tem Deus se colocando em seu lugar para ajuda-lo..
Bem-aventurados são os limpos de coração, porque eles verão a Deus;
Livre da malícia, ser sincero ( não possuir cera- do latim sincerus  a palavra originou-se num antigo hábito de passar cera nas esculturas em mármore para esconder as imperfeições. O senado romano teria decretado, então, que toda a escultura deveria ser entregue sine cera, ou seja, sem cera. A partir daí, a o termo teria assumido o significado de "sem trapaça", e posteriormente, sincero.
Bem-aventurados são os pacificadores, porque eles serão chamados filhos de Deus;
Sermos apaziguadores, não fermentar contendas ou intrigas. Promovermos a união entre as pessoas e ficarmos longe das contendas.
Bem-aventurados são os que padecem perseguição por amor da justiça, porque deles é o Reino do Céu.
Quando tomamos uma posição contraria ao sistema deste mundo para agradarmos a Cristo, nos tornamos inimigos deste mundo e estamos sujeitos a perseguições, pois nossa obediência a Deus para alcançar seu  Reino revela o pecado dos desobedientes e o fim deles.
Bem-aventurados serão vocês quando, por minha causa, os insultarem, os perseguirem e levantarem todo tipo de calúnia contra vocês.
Acusações injustas ( injurias) sem provas (calunias), perseguições estão presentes na vida de quem é fiel a Deus, como estiveram presentes na vidas dos profetas e dos enviados. Este mundo não poupou a Cristo e se formos semelhantes a Ele não seremos poupados, mas devemos nos alegrar.
Alexandre Bilhalva

sábado, 16 de julho de 2016

O Reino de Deus esta recrutando

Oferta de Emprego:
Empresa Reino de Deus através de seu Criador Jesus Cristo, oferece a oportunidade para Trabalhar como ganhador de Almas.

Exigências

  1. Reconhecer que é um pecador; (IJo 1.8)
  2. Negar-se a si mesmo, tomar sua cruz e segui-lo.(Mt 16.24)
  3. Disposição para vida integra e pratica da justiça;(Gl5.16-17)
  4. Disposição para anunciar seu Evangelho.(Mc16.15)

Benefícios adicionais

  1. Pecados perdoados; (IJo 2.12)
  2. Vida Eterna ao seu lado;(Jo10.28)
  3. Comunhão, Amor, Bençãos, Proteção ...(Is1.19-20)

            Local -
 O Reino de Deus não tem aparência visível (Lc 17.20), pois não é deste mundo, está em todo o lugar a qualquer hora, está dentro de nós (Lc17.21) O Reino de Deus não é como o reino dos homens, então somente aqueles que entregam sua vida a Cristo e vivem os princípios deste reino podem percebê-lo.
          Salário - 
Toda recompensa será paga após a ressurreição dos justos, pois o Reino de Deus não é comida nem bebida. Não pode ser exercido por pessoas gananciosas que visam lucros ou riquezas adquiridas na exploração da atividade ministerial. 
...de graça recebes-te,de graça dai...(Mt10.8-10)

         Treinamento - 
Sua palavra (a Bíblia Sagrada)é a única regra de fé para quem quer ser recrutado. A Bíblia é a verdadeira autoridade final em todas as questões de fé e de moral (Ap22.18-19) não podendo ser invalidada, distorcida ou substituída por tradições ou experiencias pessoais. Deve-se ler a Bíblia como forma de conhecer seu autor e buscar orientação para conduzir a sua vida dentro de Sua vontade, antes de ensina-la a outros.

        Desafios -
Estarão rodeados de trabalhadores, mas poucos comprometidos com o Reino de Deus, pois muitos são chamados, mas poucos são os escolhidos (Mt22.14);
Enfrentarão abandono, incompreensões (Mt5.11) e falsos profetas, que se disfarçam de ministros da justiça e enganam a muitos com suas falsas doutrinas (Mt24.11)
Os cuidados deste mundo e as riquezas tentarão lhe sufocar. (Mc4.19)
Não ser levado pelos desejos do coração (Jr17.9) e não olhar para tráz. (Lc9.59) 

...Ao que vencer, dar-lhe-ei a comer da árvore sa vida, que está no meio do paraíso de Deus.(Ap2,7)

Alexandre Bilhalva



quarta-feira, 8 de junho de 2016

Profeta Jonas

Profeta Jonas

Profeta da Tribo de Zebulom, filho de Amitai, natural Gete-Héfer. Profetizou durante o reinado de Jeroboão II, Rei de Israel . (II Reis 14:25; Jonas 1:1)

Os planos de Deus, na ótica de Jonas, não eram os melhores para sua vida, pois fora enviado pelo Deus de Israel, para ir a Nínive, capital da Assíria. Os assírios eram famosos, por exemplo, por decapitar os povos vencidos, fazendo pirâmides com seus crânios. Crucificavam ou empalavam os prisioneiros, arrancavam seus olhos e os esfolavam vivos.

 A sua missão era admoestar os assírios que devido a sua crueldade e ao muito derramamento de sangue, iriam sofrer a ira divina caso não se arrependessem dentro de quarenta dias.

Jonas, ao invés de pagar o preço por sua chamada de profeta e confiar na profecia vaticinada pelo profeta Isaias “Não temas eu sou contigo, não te assombres porque eu sou teu Deus...”Is.41.10. Temendo pela sua vida, Jonas foge rumo a Tarsis.

A ordem era: “levanta-te, vai...” porém Jonas levantou-se e fugiu, levantou-se para desobedecer a ordem de Deus.

O caminho da  desobediência é seguido por abismos, e conforme o livro de Salmos 42.7: “Um abismo chama outro abismo...” Jonas começa  a descer  até o abismo mais profundo  que o homem possa descer.
        Desceu de Jerusalém à Jope;
        Pega a passagem e desce para o barco;
        Entrando no barco desce para o porão;
        É jogado ao mar;
        É engolido pelo grande peixe e desce ao fundo do mar.         
       (cap.1v.3-7 e 17)  

O desobediência de Jonas o levou a dormir, apesar do barco estar afundando, Perdeu a noção de sua desobediência e enquanto dormia, vidas estavam em perigo. A desobediência de algumas pessoas  tem levado famílias inteiras a padecerem, Alguns pecados não são particular pois são acompanhados de responsabilidades deixadas por Deus. Exemplo disso seria um pai de família que resolve não cumprir com suas responsabilidades, levando toda a família ao desajuste.

No capitulo 2 Jonas orou do ventre do peixe e recebeu a salvação. Para Deus não importa a situação ou qual nosso pecado, importa  antes, que Ele nos ama e atende nossa suplica. Salmos 18.6 – “No meu desespero clamei ao Senhor; gritei por socorro ao meu Deus. Do seu templo Ele ouviu a minha voz. Minha súplicas chegaram à sua presença e seus ouvidos me deram atenção.”

No capitulo 3 – Jonas cumpriu a vontade de Deus- O Senhor promete o bem para aqueles que atentam e guardam seus mandamentos, quando Jonas vai até Nínive e prega a mensagem, toda a cidade se converte e são poupados de sofrer a ira divina.



Alexandre Bilhalva

segunda-feira, 30 de maio de 2016

Provas da existência de Deus. (Tomás de Aquino)

Provas da existência de Deus.

Os cinco argumentos que para Tomás de Aquino demonstram a existência de Deus são:

1) O argumento do primeiro motor – Tudo o que é movido é movido por outro;
porque   nada   é   movido   senão   enquanto   está   em   potência   relativamente
àquilo a que é movido.

2) O   argumento   da   primeira   causa  eficiente   –  É   necessário  admitir   uma
causa   eficiente   primeira,(   causas   essencialmente   ordenadas,   onde   um
depende da outra no seu ser-causa) á qual todos dão o nome de Deus.

3) O   argumento   do   existente   necessário   –  É   necessário  admitir   um   ser
necessário por si mesmo, não tendo de fora a sua necessidade, antes, sendo
a causa da necessidade dos outros: e a tal ser, todos chamam de Deus.

4) O argumento pelos graus do  ser –  Há um ser que é causa do ser, da
bondade e de toda e qualquer perfeição; e este ser chama-se Deus.

5) O   argumento   do   governador   supremo   das   coisas   –  Há,   pois,   algo
inteligente pelo qual todas as coisas naturais se ordenam ao fim, e a que

chamamos de Deus.

Diferença do cristianismo – como religião -, e a filosofia cristã




Diferença do cristianismo – como religião -, e a filosofia cristã


O cristianismo

Parte de Deus e se endereça á indigência espiritual e moral do homem.
O cristianismo se apresentou como religião a um pequeno grupo de galileu que coube anunciar ao mundo a boa nova de Jesus, nascido de uma virgem, num estábulo de Belém, apresentou-se como Messias  anunciado pelos profetas ao povo judeu e a toda a humanidade, declarou ser Deus confirmando seu testemunho com milagres.   Prometeu   a   vinda   do   reino   de   Deus,   morreu   na   cruz   resgatando   a humanidade pecadora, ressuscitou ao terceiro dia demonstrando sua divindade.

A filosofia cristã

Parte do homem, apela principalmente ao seu intelecto e trata de noções e problemas puramente naturais.
É o conjunto de ideias filosóficas iniciadas pelos seguidores de Jesus Cristo do século II até os dias de hoje. Esta filosofia surgiu como intuito de unir a ciência e fé, partindo de explicações racionais naturais tendo o auxilio da revelação cristã.

sábado, 28 de maio de 2016

Salmos 23


(v.1) - “O Senhor é o meu pastor;...”
O salmista descreve a jornada de uma ovelha com o seu pastor e este pastor é o Senhor Deus, o qual o salmista chama de “meu pastor”. Só pode chamar o Senhor de “meu pastor” quem tem uma experiência singular com Ele. Ninguém que conhece o Senhor por ouvir falar, consegue ter esta intimidade.
“...nada me faltará.” Numa sociedade, que vive em busca da riqueza e da fama se torna cada vez mais difícil encontrar pessoas dispostas a viver da providência divina. O Senhor não nos dá tudo que queremos, mas sim tudo o que precisamos.

(v.2) “Deitar-me faz em pastos verdejantes;...” O Senhor nos traz à seu aprisco, onde temos alimento e abrigo. As pessoas estão cansadas  numa insaciável busca por felicidade. Quando conheçamos ao Senhor, podemos deitar na certeza que tudo que precisamos esta n`Ele.
“... guia-me mansamente a águas tranquilas. – Nenhuma ovelha consegue beber águas turbulentas, por isso o pastor busca aguas calmas para o rebanho.

(v.3) “Refrigera a minha alma; guia-me nas veredas da justiça por amor do seu nome.O pastor mostra-nos como caminhar, quando alguém deseja seguir  seu caminho, longe do pastor acaba tomando decisões erradas e andando em caminhos perigosos.

(v.4) “Ainda que eu ande pelo vale da sombra da morte, não temerei mal algum, porque tu estás comigo; a tua vara e o teu cajado me consolam.
Se andarmos em caminhos difíceis ou em situações de risco, nem assim precisamos temer, porque o pastor estará conosco.
Vara -  representa a correção, as vezes o pastor precisa corrigir a ovelha dispersa;
Cajado -  serve para puxar a ovelha que se atraiu por alimentos á beira de penhascos e deve ser orientada de volta ao rebanho.

(v.5) “Preparas uma mesa...” representa a proteção de Deus, os anfitriões protegiam seus convidados dos inimigos.
 “...perante mim na presença dos meus inimigos;...” não faltará lutas, nem adversários enquanto vivermos no presente mundo, o que difere alguém que serve ao Senhor dos demais é não estamos nesta luta sozinhos e podemos ter a certeza da vitória.
“...unges com óleo a minha cabeça, Era comum ungir um convidado com óleo aromático. O apóstolo Paulo escreveu na carta aos coríntios: porque para Deus somos o bom perfume de Cristo.(IICo2.15.a)
“...o meu cálice transborda.Novamente somos levados a lembrar que um anfitrião servia a taça de seu convidado até que a mesma transbordasse em sua presença como sinal de fartura. A vida com Deus é abundante e como disse o filho pródigo ao cair em si: “... na casa de meu pai tem pão com fartura” (Lc 15.17)

(v.6) “Certamente que a bondade e a misericórdia me seguirão todos ‘os dias da minha vida, e habitarei na casa do Senhor por longos dias.

No final da jornada a ovelha era recolhida ao aprisco. Aguardemos ansiosamente pelo dia do arrebatamento pois, “Ele enxugará de seus olhos toda lágrima; e não haverá mais morte, nem pranto, nem lamento; nem dor; porque já as primeiras coisas são passadas. (Ap21.4) 

Alexandre Bilhalva