domingo, 27 de dezembro de 2015

A pregação Biblica

Existem três principais recursos técnicos da comunicação, ou seja, da eloquência, da oratória e da retórica..

Eloquência – é a arte de persuadir por meio da palavra, ou seja, de dizer as coisas de maneira que aqueles a quem falamos possam entendê-las sem dificuldade e com prazer.
Oratória – é a arte de discursar, pode ser vista também como uma ciência, pois requer o domínio de técnicas como, por exemplo: a técnica de falar em público e articular as idéias coerentemente.
Retórica – é a arte de falar bem, mediante todos os recursos da linguagem para atrair e manter a atenção e o interesse do auditório para informá-lo, instruí-lo e principalmente, persuadi-lo das teses ou dos pontos de vista que o orador pretende transmitir.

Se compararmos a retórica e homilética: a retórica tem por objetivo convencer o homem em qualquer assunto, a homilética ao contrário, busca oferecer recursos para que o pregador possa tornar humanamente compreensível a mensagem de Deus, quanto a necessidade de arrependimento e fé em Jesus Cristo.

         Breve histórico da homilética. Durante o exílio na Babilônia, o povo de Deus, privado de um templo criou a sinagoga, onde se reuniam em grupos para serem instruídos na Palavra e adorarem a Deus. Segundo a tradição, foi Esdras quem introduziu os princípios pelos quais  a pregação se desenvolveu na Grande Sinagoga, onde tempos depois a igreja primitiva seguiria o modelo.

Pregadores da mensagem Cristã que impactaram com suas mensagens:
·         Pedro – Levantou-se e pregou um dos mais poderosos sermões da história ( Atos 2:41);Paulo – O grande apóstolo dos gentios;
·         Paulo – O grande apóstolo dos gentios;
·         Martins Lutero – Reformista, um dos maiores pregadores de Igreja Cristã;
·         Biliy Graham – é o mais conhecido pregador do século XX, estíma-se  que tenha pregado a mais de 210 milhões de pessoas em 185 paises.


Sete requisitos que configuram o perfil espiritual do pregador da Palavra de Deus.

    1. Chamada divina – O pregador do Evangelho é chamado segundo o propósito de Deus, mediante a graça. O ministério da pregação é uma vocação.
2. Irrepreensível – Que ninguém possa culpá-lo de nada, não ter falha de caráter.
3. Maturidade – A maturidade aprende-se ao longo do tempo, aplicando os princípios da palavra de Deus enquanto caminha-se pelos vales e sombras da vida.
4. Vida de Oração e Jejum – Quando oramos, Deus trabalha e pelo jejum o pregador está afirmando que a sua fome por Deus é mais forte que o apetite pelos banquetes dessa vida.
5. Vida familiar Piedosa – a habilidade de um homem no exercício da autoridade espiritual sobre as demais pessoas, fica evidenciada pela sua habilidade em exercer uma disciplina sábia e amorosa em seu próprio lar.
6. Unção do Espírito Santo – Sem atuação vibrante do Espírito Santo, não haverá conversões. É o espírito Santo quem aplica a Palavra de Deus.
7. Fome da Palavra de Deus – O pregador deve ser dedicado ao estudo da Palavra de Deus, quem não busca aprender não terá nada para ensinar.

O êxito da pregação está relacionado à vida do pregador, mas, é necessário alguns requisitos técnicos que colaboram para que haja a comunicação das verdades sagradas. São eles:
            ·         Habilidade – ter sensibilidade para discernir a direção do Espírito Santo e poder                             alcançar com a mensagem os diferentes grupos de ouvintes;
·    Memória – capacidade de conservar as idéias e o conhecimento acumulado e reproduzi-los;
·         Teatralização – demonstrar o que se deseja transmitir;
·         Síntese – dizer tudo o que precisa em poucas palavras;
·         Vocabulário – produzir idéias de forma clara;
·         Argúcia – facilidade de penetrar com profundidade nos problemas propostos;
·         Imaginação – criar representações para enriquecer o discurso;
·      Expressão corporal – os gestos devem ser sóbrios. A expressão corporal deve fortalecer o sermão;
·         Bom uso da voz – o ritmo da voz é a musicalidade da fala.O correto de uma pregação é usar bem o ritmo da voz;
·         Auto-controle – deve dominar as emoções;
·         Problemas na Comunicação Gramatical;
·         Problemas Psicológicos da Comunicação


Os fundamentos da pregação bíblica.

O alvo da pregação: a Glória de Deus – a bíblia ensina que Deus é o centro de todas as coisas e não o homem. (Rm.11:36; Ef. 1:10 )
A base da pregação: a Cruz de Cristo – A cruz revela a glória de Deus e abate a soberba.
O Dom da pregação – o poder do Espírito Santo – sem a influência poderosa do Espírito Santo não pode haver pregação eficaz. ( I Co. 2:4-5; I Ts. 1:5)






















A discussão acerca da ressurreição

Teologia Contemporânea


A discussão acerca da ressurreição



            A ressurreição é uma das áreas mais amplamente discutidas da teologia cristã moderna. A questão da ressurreição de Cristo – mais especificamente, se Cristo foi, ressurreto dentre os mortos e, em caso afirmativo, o significado desse acontecimento – reúne os elementos centrais da crítica iluminista ao Cristianismo tradicional.
            A ênfase na valorização da razão, característica do Iluminismo, levou ao desenvolvimento de uma atitude extremamente cética quanto à ressurreição no século XVIII. G.E.Lessing depois de confessar que não experimentou em primeira mão a ressurreição de Jesus Cristo, Lessing pergunta: Por que se pede dele que creia em algo que não viu?  Em outras palavras, uma vez que homens e mulheres não são ressurretos dentre os mortos hoje em dia, por que devemos crer que isso aconteceu no passado?
            Esse ceticismo cada vez maior obrigou o Cristianismo tradicional a defender a doutrina da divindade de Cristo com base em argumentos não relacionados a milagres – o que, na época, ele se mostrou singularmente incapaz de fazer. A realidade é racional e os seres humanos possuem as habilidades epistemológicas necessárias para descobrir a organização racional do mundo. A verdade não é algo que exige ser aceita com base numa autoridade externa; deve ser reconhecida e aceita pela pessoa autônoma capaz de pensar com base na percepção da congruência entre aquilo que esse indivíduo sabe ser verdadeiro e a suposta “verdade”que se apresenta para verificação. A verdade é algo discernido, e não algo imposto.

David Friedrich Strauss: a ressurreição como mito
            Depois de excluir a ressurreição como uma “ocorrência objetiva miraculosa” Strauss situou a origem da crença em um nível puramente subjetivo. A ressurreição devia ser vista como um mito – não uma invenção deliberada, mas uma interpretação dos acontecimentos em termo daquilo que fazia sentido para  a cultura palestina do primeiro século. Deve-se considerar que a crença na ressurreição como acontecimento objetivo se tornou impossível com a extinção dessa cosmovisão.

Rudolf Bultmann: a ressurreição como acontecimento na experiência dos discípulos
            Bultmann compartilha da convicção básica de Strauss de que, nessa era científica, é impossível crer em milagres. A crença na ressurreição objetiva de Jesus, ainda que perfeitamente legítima e compreensível no primeiro século, não pode ser levado a sério nos dias de hoje. A cosmovisão de uma pessoa é formada de acordo com a era em que vive e não pode ser alterada. Por esse motivo, a ressurreição deve ser considerada “pura e simplesmente um acontecimento mítico”. A ressurreição é algo que aconteceu na experiência subjetiva dos discípulo, e não algo que ocorreu no âmbito público da História.

Karl Barth: a ressurreição como um acontecimento histórico além da investigação crítica
            O túmulo vazio é “um sinal indispensável” que “evita todos os possíveis mal-entendido”. Demonstra que a ressurreição de Cristo não foi um acontecimento puramente íntimo, interno ou subjetivo, mas algo que deixou uma marca na História.
Barth enfatiza que Paulo e os outros apóstolos não estão pedindo a aceitação de um relato histórico perfeitamente atestado, mas sim uma decisão de fé. A investigação histórica não pode legitimar ou prover segurança para essa fé; assim como a fé não pode se tornar dependente dos resultados provisórios da investigação histórica.

Wolfhart Pannenberg: a ressurreição como um acontecimento histórico aberto à investigação crítica
            A história, em sua totalidade, só pode ser entendida quando é vista de seu ponto final.Em outras palavras, o fim da História, que ainda não ocorreu, foi revelado de antemão na pessoa e obra de Cristo. Enquanto Bultmann tratou a ressurreição como um acontecimento dentro do mundo experimental dos discípulos, Pannenberg declara que ele pertence ao mundo da história pública universal.
            Pannenberg enfatiza que as analogias são sempre analogias consideradas do ponto de vista do observador humano; esse ponto de vista é radicalmente restrito em sua abrangência e não pode permitir que ele sirva de base absolutamente segura para investigação crítica. Se o historiador se propõe a investigar o Novo Testamento convicto de que “pessoas mortas não ressuscitam”, essa conclusão será apenas projetada no conteúdo neotestamentário. A avaliação “Jesus não ressuscitou dentre os mortos” será pressuposição, e não conclusão dessa investigação. As evidências históricas que apontam para a ressurreição de Jesus devem ser investigadas sem nenhuma pressuposição dogmática de que essa ressurreição não poderia ter ocorrido.
            A ressurreição de Jesus prenuncia a ressurreição  geral do fim dos tempos e traz para a História tanto essa ressurreição  quanto a revelação plena e final de Deus. A ressurreição é, portanto organicamente ligada à revelação própria de Deus em Cristo e estabelece a identidade de Jesus Cristo com Deus, permitindo que essa identidade com Deus seja em seu ministério pré-Páscoa. Serve, por isso, de base para uma série de declarações cristológicas, incluindo a divindade de Cristo ( não somente a forma como esta é expressada ) e sua encarnação
*** 

            Todas as correntes teológicas citadas procuravam desenvolver uma reflexão teológica embasada na experiência, voltada para o entendimento da nossa cultura ocidental e não no testemunho da Revelação de Deus ( as Sagradas Escrituras ). Problema  que desde os tempos apostólicos, a igreja se viu diante de um grande desafio que era formular diversos métodos de interpretação das Escrituras Sagradas durante a história do Cristianismo para melhor se aproximar dos escritos bíblicos. 

Burro

“Se você se sente inclinado a se gabar de seus pequenos livros, pregações, ensino, escritos, seus títulos... se você se sente orgulhoso deles, se gosta de ostentá-los e mencioná-los, se está muito satisfeito quando alguém elogia você na presença de outros... se fica de mau humor quando não tem o reconhecimento que acha merecer...


Tome a si mesmo pela orelha, e se você tentar fazer isso, e se você fizer isso de maneira correta, descobrirá um belo par de grandes, de longas orelhas de burro.


Então, não poupe nenhum esforço! Coloque nelas sinos dourados para que as pessoas possam ao ouvir, olhá-las e dizer: Vejam, vejam! Lá vai aquele “animal inteligente”, que pode “escrever” livros tão requintados e “pregar” tão extraordinariamente!


Naquele exato momento de humilhante conscientização, você estará sendo abençoado com o céu e sendo liberto do fogo do inferno preparado para o diabo e seus anjos.”



Martinho Lutero

segunda-feira, 21 de dezembro de 2015

Como resolver conflitos pessoal ente irmãos



Maneira bíblica de resolver conflitos de ordem pessoal na igreja.


Conforme o texto bíblico de Mateus 18.15-19 o Senhor Jesus apresenta princípios para resolver conflitos pessoais dentro da igreja:

a) Buscar diálogo – Diante de um conflito pessoal, o certo é procurar o ofensor e, com amor, procurar uma conciliação.  “ Se teu irmão pecar [contra ti], vai argüi-lo entre ti e ele só. Se ele te ouvir, ganhaste a teu irmão”. 

b) Buscar ajuda de outra pessoa – Se a tentativa de um diálogo não for bem sucedida, então, deve-se buscar o auxilio de outras pessoas que ajudarão a solucionar o problema, aconselhando, bem como, servindo de testemunhas. “Se, porém não te ouvir, toma ainda contigo uma ou duas pessoas, para que, pelo depoimento de duas ou três testemunhas, toda palavra se estabeleça”. 

c) Levar o assunto à igreja -  Se as primeiras atitudes não surtirem efeito, então, o próximo passo é dar ciência do assunto à igreja. “E, se ele não os atender, dize-o à igreja; e, se recusar ouvir também a igreja, considera-o como gentio e publicano”.


Quando a questão é pessoal e não repercute sobre o testemunho publico da igreja, não é necessário levar o assunto à igreja. Uma vez que os líderes tomam conhecimento do problema, devem entrar em contato com o ofensor para buscar uma reconciliação.

Poimênica

Poimênica é definido como a ciência do agir da liderança do rebanho, e por ser um ministério de ajuda  que a liderança presta para com as pessoas, se torna relevante em nossos dias, pois busca o crescimento da obra de Deus.
O trabalho pastoral não pode estar resumido apenas ao púlpito, o pastor deve ser visto como um conselheiro de almas, cuidando, vigiando e defendendo o rebanho dos ataques do inimigo. Sua atenção deve estar voltada para as necessidades específicas do rebanho: os novos na fé e os fracos, os que possuem impedimentos morais, os tentados, na restauração dos caídos e consolar os desconsolados.
O pastor  terá que estar totalmente voltado para este rebanho e para isto terá que se preparar de forma espiritual e  teológica a fim de poder cumprir com a sua vocação.
 Muitos pastores se preocupam apenas com mega projetos e se esquecem das ovelhas que estão feridas ou sem comunhão com o Espírito Santo, tornando-se um rebanho descompromissado com a verdade e outros que pastoreiam igrejas vazias porque não consegue entender as necessidades do rebanho. É impossível ser um bom pastor sem alimentar o rebanho de Deus, principalmente em nossos dias, onde a imoralidade, relativismo e as heresias predominam.


A Morte da Razão

 livro: “A Morte da Razão” de Francis Scheaffer 

O que o autor aborda sobre o racionalismo e a fé.

 O autor aborda os estágios significantes até chegar ao homem moderno, desta forma ele procura conhecer e entender as formas de pensamento da nossa geração para que se consiga comunicar a fé de modo eficiente.
     O período da Graça e Natureza, até esta época a natureza não se revestia de interesse para o artista, exceto como sendo parte deste mundo em que vivemos, não eram retratadas de forma realista. Com o advento do surto do pensamento renascentista a natureza passou a usufruir de conceito mais apropriado.
Na concepção de Tomás de Aquino a vontade humana estava caída, mas não o intelecto. Dessa noção incompleta do conceito Bíblico de queda, que contemplava o homem como autônomo defluíram todas as dificuldades subsequentes.
Esta esfera do autônomo em Tomás de Aquino assume várias formas, como o desenvolvimento da Teologia natural, que se poderia se formular independentemente das Escrituras. Com base neste principio de autonomia, também a filosofia se tornou livre e se separou da revelação.
Bem logo, esta tendência  se fez real tanto nas artes (Pintores e Escritores) como na educação.
    Quando a Renascença chegou ao seu clímax a natureza havia devorado a graça.
    A Reforma deu resposta completamente oposta à da Renascença. A Reforma aceitou a noção de uma queda total, absoluta. O homem decaído em toda a sua natureza, inclusive o intelecto e a vontade, mas admitia que somente Deus é autônomo e o conhecimento final e suficiente residia na Bíblia. 

A CIÊNCIA MODERNA NOS PRIMÓRDIOS:

Após o período Renascença – Reforma, o estágio crucial imediato é atingido na época de Kant e de Roussenau, quando chega este tempo, o senso de autonomia já se encontra plenamente desenvolvido. Consequentemente o problema se definia agora não em termos de “natureza e graça”, mas de “natureza e liberdade”, uma liberdade autônoma onde o indivíduo é o centro do universo.
HEGEL - O Racionalismo através de Hegel foi o  próximo estágio significativo que abriu a porta aquilo que é característico do homem moderno. O homem manterá seu racionalismo e sua insistência na autonomia total ou em áreas parcialmente autônomas, mesmo que isto signifique que tenha de abrir mão da racionalidade.

O Salto  - Um novo modo de pensar se disseminou através de
 * Kierkegaard – “O existencialismo”, onde num andar superior temos o racional e o lógico e abaixo temos o não lógico e o irracional e os dois andares
são completamente separados. O salto se torna comum em toda a esfera de pensamento do homem moderno.
 * e através da arte, musica, cultura geral e a nova teologia, onde uma classe de teólogos perderam de todo a noção do Deus único, infinito e pessoal da revelação bíblica e da  reforma. A teologia liberal afeiçoada ao pensamento da atualidade tem apenas palavras conotativas de deidade em substituição


RACIONALIDADE E FÉ:
  

O autor aborda algumas das consequências de lançar a fé contra a racionalidade em linhas que não refletem a perspectiva bíblica.
Não se pode ter verdadeira moral no mundo real se  for feita essa dissociação;
Não se tem base adequada para a lei e par o direito for feita essa dissociação;
Se for feita essa dissociação, o Cristianismo sacrifica a possibilidade de evangelizar a verdadeira gente do século vinte no âmbito do seu próprio pensamento;
O autor aborda, também a necessidade de falar a real verdade tanto a respeito do próprio Deus como da área em que a bíblia tange a história e os cosmos.
Na dimensão da eternidade estamos completamente separados de Deus, na linha da personalidade, porém fomos feito à Sua imagem. Portanto Deus nos pode falar e dizer acerca de Si mesmo.
Não se pode obter respostas a menos que se nutre o conceito Bíblia, o próprio Cristo não faz distinção entre sua autoridade e a autoridade das Escrituras. Cristo é o Senhor de tudo – de todo o aspecto da vida. È inútil proclamar que Ele é o Alfa e o Ômega se Ele não é o Senhor de toda nossa vida intelectual unificada.
A Bíblia dá resposta quanto a por que posso fazer o que devo fazer, isto é, começar comigo mesmo. 
  
O autor aborda ainda, que a urgente necessidade de nossos dias é compreendermos o sistema moderno como um todo e apreciarmos o significado da dualidade, da dicotomia e do salto.


Salmos 23

O Salmo 23 (ou, pela numeração da Septuaginta, o Salmo 22)

O salmista teria escrito este salmo quando estava cercado num oásis, à noite, por tropas de um rei inimigo, daí o Salmo inserir tamanha confiança na Providência Divina contra os inimigos.
Na tradição católica, o salmo é rezado para afastar perigos e perseguições, sendo uma das orações mais poderosas. Alguns especialistas judaicos afirmam que há elementos cabalísticos em sua recitação em hebraico
        Salmo 23 é um cântico de confiança em Deus; são palavras proferidas por um crente que conhece e confia no SENHOR. 
           Salmo 23 é uma confissão de fé do crente que deposita sua confiança no cuidado e na proteção de Deus. 
           No salmo 23, o salmista usou duas figuras para expressar sua atitude de confiança em Deus:
 1 - A figura do pastor que concede repouso, proteção, direção e consolo para o rebanho que está sob os seus cuidados (v.1-4);
2 - A figura de um anfitrião que recebe com honra um hóspede em sua casa, oferecendo-lhe um grande banquete e ungindo-o com óleo (v.5,6).
         Ambas as figuras, além de expressar a confiança do salmista, evidenciam o cuidado e a bondade de Deus para com aqueles que lhe pertencem e nele confiam.
Não somente no Salmo 23, mas também em muitos outros lugares do Antigo Testamento encontramos a comparação do relacionamento de Deus com o seu povo como o relacionamento de um pastor com suas ovelhas (Sl. 28.9; Is. 40.11).